domingo, 17 de novembro de 2013

(sem título)


E se as penas das tuas asas se quebrassem? E se, quebradas no chão em pedaços, fossem sopradas para cantos distantes pelo vento do Norte? E se, dispersas, chamassem por ti? Pedirias ao vento do Norte que te levasse até elas? E recolhê-las-ias? Juntá-las-ias?

          Para quê?


Sem comentários: